ESCITALOPRAM
O Escitalopram é um dos medicamentos mais usados para tratar a depressão e os transtornos de ansiedade, ajudando a melhorar o humor e a qualidade de vida.
O Escitalopram
O Escitalopram pertence à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). Ele age aumentando a disponibilidade da serotonina no cérebro, neurotransmissor ligado à sensação de bem-estar e equilíbrio emocional. Apesar de ser seguro e eficaz, deve ser usado com acompanhamento médico devido a possíveis efeitos colaterais como náusea, dor de cabeça e alterações no sono.
Nomes comerciais
- Lexapro
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Escitalopram: indicações, posologia e efeitos colaterais
Classe farmacológica: Inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS).
Função principal: Aumenta a disponibilidade da serotonina no cérebro, neurotransmissor ligado ao bem-estar e equilíbrio emocional.
Resultado: Melhora do humor, redução da ansiedade e prevenção de recaídas em quadros de depressão e transtornos ansiosos.
Imagine a serotonina como uma “mensagem de bem-estar” que circula entre os neurônios. Em pessoas com depressão ou ansiedade, essa mensagem é captada rápido demais, diminuindo seus efeitos. O Escitalopram age prolongando a ação da serotonina, permitindo que o cérebro mantenha por mais tempo essa sensação de equilíbrio emocional.
Além disso, ele ajuda a reduzir sintomas de ansiedade, melhora o humor e previne recaídas em quadros de depressão, promovendo maior qualidade de vida.
Depressão: tratamento de episódios depressivos e prevenção de recaídas.
Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): ajuda a reduzir sintomas persistentes de preocupação e tensão.
Transtorno de pânico: com ou sem agorafobia, diminuindo crises de ansiedade súbita.
Transtorno de ansiedade social (fobia social): melhora a qualidade de vida em situações de interação social.
Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC): auxilia no controle de pensamentos repetitivos e comportamentos compulsivos.
Apresentações: comprimidos de 10 mg, 15 mg, 20 mg e solução oral (20 mg/mL).
Dose inicial usual: 10 mg uma vez ao dia.
Ajustes: podem ser feitos a cada 1–2 semanas conforme resposta clínica e tolerância.
Dose máxima: 20 mg/dia.
Pacientes idosos ou mais sensíveis: iniciar com doses menores (5 mg/dia), ajustando gradualmente.
Importante: deve ser tomado sempre no mesmo horário, com ou sem alimentos, e nunca interrompido sem orientação médica para evitar sintomas de abstinência ou recaída.
Náusea e desconforto gastrointestinal: sintomas como dor abdominal, diarreia ou constipação podem ocorrer.
Alterações no sono: insônia ou sonolência durante o dia.
Dor de cabeça e tontura: efeitos frequentes, especialmente nas primeiras semanas de uso.
Alterações no apetite e peso: alguns pacientes podem apresentar ganho ou perda de peso.
Sudorese aumentada: comum em tratamentos prolongados.
Ansiedade ou agitação inicial: pode aparecer no início do tratamento, mas tende a diminuir com o tempo.
Vantagem sobre outros antidepressivos: o Escitalopram costuma ser bem tolerado, apresenta menos interações medicamentosas e tem menor risco de efeitos adversos graves em comparação a alguns antidepressivos mais antigos, como os tricíclicos.
Gravidez e amamentação: uso somente sob orientação médica, devido ao risco de efeitos no bebê.
•Alergia ao Escitalopram ou a outros antidepressivos ISRS: contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida.
Uso concomitante com inibidores da monoaminoxidase (IMAO): risco elevado de síndrome serotoninérgica.
Alterações cardíacas graves: especialmente em pacientes com arritmias ou prolongamento do intervalo QT.
Doença hepática severa: pode aumentar o risco de toxicidade.
Anticoagulantes (como varfarina): podem aumentar o risco de sangramentos.
Outros antidepressivos ou medicamentos serotoninérgicos (como Fluoxetina, Sertralina, Tramadol): risco elevado de síndrome serotoninérgica.
Inibidores da monoaminoxidase (IMAO): contraindicado devido a interações graves.
Medicamentos para arritmia ou que prolongam o intervalo QT: aumentam o risco de alterações cardíacas.
Álcool: pode intensificar efeitos adversos como sonolência e tontura.
Lítio: pode aumentar a toxicidade e os efeitos colaterais.
Além da versão genérica, pode ser encontrada como
Lexapro, Reconter, Exodus
entre outros.
O Escitalopram é um medicamento essencial no tratamento da depressão e de diversos transtornos de ansiedade. Seu uso deve sempre ser acompanhado por um médico, que ajustará a dose e monitorará possíveis efeitos adversos. Para o público leigo, entender que ele não apenas melhora o humor, mas também previne recaídas e promove qualidade de vida, torna claro por que é tão amplamente prescrito.
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